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Waguinho, ex-aliado de Canela, reage à manifestação do MP sobre a indisponibilidade de seus bens: “motivações são políticas, sem base jurídica e o contraditório”

Canela e Waguinho só romperam a relação na disputa do poder nas eleições do ano passado.

Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho, ex-prefeito de Belford Roxo e candidato a deputado estadual em 2026 pelo Republicanos, reagiu nesta segunda-feira (28) a uma manifestação favorável do Ministério Público do Rio a propósito da indisponibilidade de seus bens pedida numa ação do atual prefeito, Márcio Canela, seu aliado nos últimos oito anos na administação da cidade.

Eis a nota encaminhada hoje por Waguinho ao Nova Iguassu Online:

Diante da recente manifestação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que opinou favoravelmente à decretação da indisponibilidade de bens do ex-prefeito de Belford Roxo, Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho, cumpre esclarecer que tal medida ainda não foi apreciada pela Justiça e parte, na verdade, de um enredo claramente fabricado com motivações políticas. Trata-se de um movimento articulado pelo atual grupo que administra a cidade, liderado pelo prefeito Márcio Canella, adversário político direto de Waguinho, que tenta transformar a máquina pública em instrumento de perseguição aos que trabalharam de forma séria, eficiente e com amplo respaldo popular.

Waguinho foi o único prefeito reeleito da história de Belford Roxo e deixou o cargo com mais de 80% de aprovação popular. Foram dois mandatos marcados por investimentos em infraestrutura, valorização dos servidores públicos, avanços nas áreas da saúde, educação e da assistência social, e conquistas que devolveram dignidade a uma população historicamente esquecida. O reconhecimento popular às transformações promovidas por sua gestão é incontestável e continua a incomodar os que hoje ocupam o poder, mas que não conseguem entregar à cidade sequer um plano de governo concreto.

A narrativa construída contra Waguinho tenta associá-lo a transferências realizadas pela FUNBEL e pelo Instituto de Previdência dos Servidores (PREVIDE), sob acusações de desvios em ano eleitoral. No entanto, nos dois casos mencionados — que correm em processos distintos — não há qualquer decisão judicial que imponha bloqueio de bens ou que reconheça irregularidades. Trata-se, até o momento, apenas de manifestações do Ministério Público, a partir de informações fornecidas unilateralmente pela atual gestão, sem contraditório, sem produção de provas e sem a devida análise técnica das circunstâncias administrativas e legais que envolvem os atos questionados.

A tentativa de imputar responsabilidade a Waguinho com acusações infundadas, sem base jurídica sólida deixa claro o contexto de perseguição política, impulsionado por adversários que não aceitam o legado de transformação construído nos últimos oito anos em Belford Roxo.

Waguinho confia plenamente na Justiça e está à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários. Ao contrário do que tentam fazer crer seus opositores, não há qualquer condenação, tampouco decisão liminar decretando bloqueio de seus bens. O que existe é uma tentativa rasteira de desgastar politicamente sua imagem por meio do uso indevido de mecanismos judiciais, alimentada por ressentimentos eleitorais e por um governo municipal que, em seis meses, já acumula frustrações, promessas não cumpridas e retrocessos.

A história de Belford Roxo já demonstrou, por meio do voto popular, quem verdadeiramente trabalhou por sua gente. Nenhuma manobra política será capaz de apagar esse legado. A verdade prevalecerá — e com ela, o compromisso de sempre com o povo da nossa cidade.

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