#militares

Morte de Manoel Fiel Filho escancarou a tortura nos quartéis do regime militar

*Luiz Carlos Azedo Alagoano de Quebrangulo, Fiel vivia em São Paulo desde os anos 1950. Tinha trabalhado como padeiro e cobrador de ônibus antes de

Assassinato de Vladimir Herzog na tortura marcou declínio da ditadura militar

A lembrança do jornalista assassinado é um alerta. Denuncia o preço do silêncio e o perigo da indiferença. Segundo Dom Paulo Evaristo Arns, “a morte

Fux vota contra condenação e pede para sair da Primeira Turma do Supremo

*Luiz Carlos Azedo Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pediu para ser transferido da 1ª Turma para a 2ª Turma da Corte. O anúncio foi

Conciliação e golpismo, tradição que alimenta anistia para Bolsonaro

*Luiz Carlos Azedo Paulinho da Força pretende elaborar um texto com anistia para quem não fez nada e redução de pena para quem planejou golpe

Condenação de Bolsonaro e chefes militares golpistas é marco da história republicana

*Luiz Carlos Azedo Centrão volta a articular anistia. Para o Executivo, a prioridade é evitar um “perdão legislativo” que desautorize o Supremo e comprometa a

Conciliação ou ruptura: o dilema diante da anistia de Bolsonaro

*Luiz Carlos Azedo A oposição aposta no desgaste do Supremo e na mobilização de sua base para pressionar o Congresso a aprovar uma anistia para

Julgamento dos “kids pretos” coloca em questão o papel das Forças Armadas

*Luiz Carlos Azedo Havia um “detalhado planejamento operacional, denominado “Punhal Verde e Amarelo”, que seria executado no dia 15 de dezembro de 2022 para assassinar

Lula destaca 40 anos de democracia ao lembrar golpe de 1964

*Luiz Carlos Azedo É importante a reflexão sobre 1964 para que os fatos não se repitam como tragédia, ou seja, para que outra tentativa de

Posse de Sarney mostrou que nossa democracia não é para principiantes

*Luiz Carlos Azedo Tanto os militares fracassaram no seu projeto autoritário, quanto os setores da oposição que imaginavam uma ruptura que se confundisse com a

Não haveria transição pacífica à democracia no Brasil sem anistia

*Luiz Carlos Azedo As Forças Armadas nunca admitiram a existência de um sistema de tortura e desaparecimento, porém se comprometeram com o respeito à ordem

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