
*Luiz Carlos Azedo Alagoano de Quebrangulo, Fiel vivia em São Paulo desde os anos 1950. Tinha trabalhado como padeiro e cobrador de ônibus antes de
A lembrança do jornalista assassinado é um alerta. Denuncia o preço do silêncio e o perigo da indiferença. Segundo Dom Paulo Evaristo Arns, “a morte
**Luiz Carlos Azedo Familiares e amigos não tiveram o direito de realizar um funeral digno para Montenegro, cuja história acabou tão clandestina quanto fora a





