Se tudo caminhar dentro do roteiro estabelecido pelo ministro Alexandre de Moraes, no STF, o julgamento de Jair Bolsonaro e dos outros réus da trama golpista se dará em setembro.
O mês é simbólico para o bolsonarismo que, durante o governo do ex-presidente, já ameaçou invadir a Corte durante mobilizações convocadas para o 7 de setembro.
A possibilidade real de Bolsonaro ser condenado e preso — como líder da trama golpista — no curso das comemorações da Independência, levou o STF a planejar um grande esquema de segurança, nos mesmos moldes do já articulado pela Corte em 2021 e 2022, quando as movimentações golpistas estavam em pleno vapor.
Além das medidas internas, como o chamamento de mais agentes e equipes para blindar o tribunal, o STF já intensificou a articulação com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, definindo ações para o período.








