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Setembro Amarelo: roda de conversa de valorização da vida no Espaço da Mulher Mesquitense; Belford Roxo discute inclusão de pessoas com deficiência

Em Mesquita, muita conversa sobre a valorização da vida no Setembro Amarelo. Fotos: Divulgação.

Iniciativa contou com a participação da Saúde, graças à parceria com a Clínica da Família Juscelino

O Espaço da Mulher Mesquitense promoveu, no último dia 17 de setembro, uma tarde especial alusiva ao Setembro Amarelo, campanha nacional de prevenção ao suicídio. Realizada em parceria com Clínica da Família Juscelino, a ação envolveu uma roda de conversa com os profissionais da unidade, em um bate-papo que abordou temas como ansiedade, depressão e a importância da valorização da vida. Das 14h às 17h, o encontro também contou com serviços de saúde e cuidados voltados ao bem-estar feminino.

Durante o evento, foram realizadas dinâmicas interativas de acolhimento e escuta ativa das experiências das participantes. O psicólogo da unidade de Juscelino, Edgar Barreto, apresentou questões referentes à saúde mental e apoio emocional. Momentos de perguntas e trocas com os profissionais reforçaram a conscientização e relevância da campanha do Setembro Amarelo. Além disso, a iniciativa ainda ofereceu às mulheres presentes uma ação de fortalecimento da autoestima, com serviços de aferição de pressão, glicose, cortes de cabelo, design de sobrancelhas e depilação. Ao todo, 78 atendimentos foram realizados ao longo da tarde.

O Setembro Amarelo nos convida a refletir sobre a importância da vida e a roda de conversa foi exatamente isso: um espaço de acolhimento e escuta. Esse encontro mostrou como é importante falar de saúde mental, buscar ajuda quando necessário e reforçar que ninguém está sozinho”, declarou a coordenadora municipal de Políticas Públicas para Mulheres e responsável pelo Espaço da Mulher Mesquitense, Silvania Almeida.

Setembro Verde: Belford Roxo debate inclusão de pesoas com deficiência

A Secretaria Municipal de Saúde de Belford Roxo promoveu, ontem (24), um evento de capacitação alusivo ao “Setembro Verde”, mês dedicado a conscientizar a sociedade sobre a importância da inclusão das pessoas com deficiência. A campanha visa dar visibilidade à causa e combater o preconceito e a exclusão. A iniciativa dentro da Programação Especial “Conscientiza Sobre a Inclusão das Pessoas com Deficiência”, aconteceu no Anfiteatro da Universidade Uniabeu e contou com a participação de enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde, além de administradores que atuam na rede municipal de saúde.

.Dia muito especial

A coordenadora técnica de Equidade, Dayane Brito, comandou o evento que teve como pontapé inicial, uma apresentação de balé de alunos com deficiência, Aílton e Helen, que arrancou muitos aplausos. A dupla participa ativamente das aulas ministradas pela professora neuroatípica, terapeuta e teóloga, Lorraine Oliveira, com ações de inclusão e acessibilidade através da dança. Ao término da apresentação, os dois dançarinos receberam certificados de participação. 

“Hoje é um dia muito especial, não somente mais uma capacitação. Um momento de transformação que nos permite olhar além das rotinas e protocolos, e enxergar aquilo que é a essência do nosso trabalho, o cuidado humano, integral e inclusivo. Que possamos sair desse encontro, não apenas com mais conhecimento, mas com o coração tocado com a certeza de que cada vida importa e que cada pessoa merece ser vista, acolhida e respeitada”, destacou a coordenadora Dayane Brito,

Lei Brasileira de Inclusão

O advogado Sidnei Lima, da Ordem dos Advogados (OAB-RJ), seção Belford Roxo, com atuação na área de direitos para Pessoas com Deficiência (PCD), abordou em sua palestra a “Lei Brasileira de Inclusão” que visa garantir o pleno exercício dos direitos e liberdades fundamentais de pessoas com deficiência, promovendo sua inclusão social e cidadania

Os participantes ainda desfrutaram de uma aula laboral comandada por Lorraine Oliveira e uma mesa redonda com debate de mães atípicas abordou experiências no atendimento. O fisioterapeuta Umberto Caldas e o educador físico Estefano Amaral palestraram sobre o Direito à Saúde da Pessoa Com Deficiência.

Para encerrar, a profissional de saúde e coordenadora Juliete, do Centro de Reabilitação Neuroatípico da Piam, contou suas vivências e dificuldades no atendimento. E ainda houve tempo para a participação do menino John, contador de história criança atípica não verbal, que desenvolveu a fala e hoje é contador de história infantil, além de uma oficina prática com uma profissional bilíngue em libras/português.

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