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Rose Souza, primeira vereadora do PT na Baixada e ex-deputada estadual, lança livro neste sábado (6) em Nova Iguaçu sobre as ações de 25 mulheres da região

Rose Souza, 73 anos, mãe de um advogado e de um jornalista, está autografando hoje (6) seu segundo livro, no Quintal das Artes da Casa de Cultura de Nova Iguaçu, à Rua Getúlio Vargas, 51, Centro. Solidariede, um modo de vida, conta as ações do cotidiano de 25 mulheres extraodinárias, católicas,evangélicas,espirítas e budistas que trabalham em comunidades da Baixada Fluminense e de Vassouras, onde ela reside numa ecovila.

Rose Souza exibe a capa de seu novo livro que esta sendo lançado lançado neste sábado na Casa ade Cultura de Nova Iguaçu. Foto: Divulgação.

.Primeira vereadora eleita pelo PT em Nova Iguaçu, ela foi ameaçada de morte algumas vezes porque denunciava colegas corruptos em atos públicos no calçadão do maior centro comercial da Baixada, o da Rua Governador Amaral Peixoto, por onde circulam mais de 100 mil pessoas diariamente. Rose foi vereadora e depois deputada estadual (11.854 votos) de 1988 a 1994 e tentou, sem êxito, ser prefeita de Nova Iguaçu.

Médica e terapeuta holística, Rose Souza jogou a carreira política para o alto e optou em cuidar da família em Nova Iguaçu e depois foi para Vassouras trabalhar projetos ambientais e também cudiar do espiritual através do budismo. Ela decidiu-se pelo novo livro depois de reuniões em fevereiro último com as 25 mulheres que, assim como ela, conversavam sobre política e cidadania. 

O livro que Rose lançará neste sábado tem o prefácio de Gisela Barros, Cientista Social e mestre em Educação, Cultura e Comunicação. Este livro é um convite: a conhecer, se emocionar,refletir- e quem sabe, se juntar a essa rede. Porque, como mostram essas mulheres, quando a solidariedade se torna prática, a vida se transforma, ganha cor, sentido e força para seguir, diz Gisela num parágrafo do prefácio:

Entre as 25 mulheres que contam histórias de vida que foram parar no livro de Rose Souza estão duas Soltarinas , Orleide Monteiro e Ana Alcântara, ambas funcionarias publicas no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Também falam de soldariedade : Elba Diniz, professora aposentada, e Sueli Catarina, que eram Soltarinas online durante a pandemia.

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