Portuguesa e Fluminense empatam na Ilha; Nova Iguaçu segura o Botafogo e fica em vantagem

maio 2, 2021 /

 O uruguaio Abel Hernandéz ( foto em destaque), de pênalti, empatou para o Fluminense na Ilha do Governador

Clebio Luiz

Portuguesa e Fluminense empataram em 1×1 neste domingo (02/05), na Ilha do Governador, em jogo válido pelas semifinais do Campeonato Carioca. Os gols foram de pênaltis. Chay marcou para a Portuguesa e Abel Hernández empatou.

Jogando em seus domínios, a Portuguesa começou tocando bem a bola, mas a primeira chance foi do Fluminense. Aos 5 minutos, Egídio cruzou, Ganso cabeceou e o goleiro Neguete fez excelente defesa. Na sobra, Samuel Xavier chutou por cima do travessão. A Portuguesa deu o troco aos 10 e abriu o placar com Chay cobrando pênalti, assinalado após o VAR constatar que a bola bateu na mão de Ganso.
O Fluminense perdeu uma grande chance com Abel Hernández, que tentou uma ‘cavadinha’, mas Neguete defendeu. Aos 26, Cazares cobra falta à direita de Neguete.
A Portuguesa respondia nos contra-ataques. Em um deles, Romarinho recebeu de Cafu e chutou cruzado raspando o travessão. Nos acréscimos do primeiro tempo, o Fluminense perdeu um gol feito com Abel Hernández cabeceando livre por cima do gol.

Outro pênalti

O segundo tempo começa com o Fluminense preocupado em buscar o empate, mas a Portuguesa quase amplia com Chay, após falha de Matheus Ferraz. Aos 7, pênalti para o Fluminense. Ganso cabeceia e a bola toca na mão de Diego Guerra. O VAR revisa e confirma. Abel Hernandéz bate e empata.
A Lusa não se entrega. Cafu domina a bola e bate forte. Marcos Felipe espalma para escanteio. Aos 25, novamente Cafu. Ele cobra falta, a bola desvia em Samuel Xavier e quase vai para o gol. Marcos Felipe estava batido.
Aos 40, jogadores da Portuguesa reclamam de um lance em que Everton Heleno rouba a bola de Manoel e o árbitro marca falta. O jogador saiu na cara do goleiro Marcos Felipe.
Os acréscimos ainda reservaram emoções. Aos 46, Douglas Eskilo cruza e Mauro Silva acerta um belo de primeira e Marcos Felipe faz uma linda defesa. No finalzinho, Caio Paulista chuta forte. Neguete defende e, na sobra, Bombadilla chuta para fora.
No próximo domingo, as duas equipes voltam a se enfrentar. O Fluminense joga pelo empate para chegar à final do Carioca. À Lusa só interessa a vitória.

Nova Iguaçu empata sem gols com o Botafogo e leva vantagem para o segudo jogo

Disputando vaga para a final da Taça Rio, Botafogo e Nova Iguaçu fizeram um jogo equilibrado e empataram em 0x0, no Engenhão. No próximo domingo, as duas equipes voltam a se enfrentar, em Nova Iguaçu e o time da Baixada joga pelo empate para ir à final da Taça Rio.


O Botafogo perdeu boa chance logo aos 6 minutos do primeiro tempo, com Marco Antônio, que cabeceou para fora. O Nova Iguaçu assustou aos 32, com Anderson Kunzel chutando de fora da área com perigo. Aos 40, Pedro Castro pega o rebote e chuta para fora, desperdiçando boa chance para o Botafogo.

O segundo tempo começou com as duas equipes brigando pelo gol. O Nova Iguaçu perdeu uma excelente chance com Anderson Kunzel, que cabeceou no contrapé de Douglas Borges, mas o goleiro fez ótima defesa. O Botafogo voltou ao ataque e, em dez minutos, perdeu duas chances: uma com Manu e Felipe Ferreira. As duas equipes não conseguiram mais criar oportunidades e o jogo ficou monótono até o final.

fotos: Vítor Melo ( Nova Iguaçu) e Mailson Santana ( Fluminense)

Paulo Cézar

PAULO CEZAR PEREIRA, também chamado de PC ou Paulinho da Baixada, aprendeu jornalismo nas redações de alguns principais veículos – rádios,jornais e revistas. Conheceu, como Repórter Especial do GLOBO, praticamente todos os estados brasileiros, as duas antigas Alemanhas antes da reunificação, Suiça, Austria, Portugal, França, Itália, Bélgica, Senegal, Venezuela, Panamá, Colômbia e a Costa Rica. É casado com Ana Maria e tem três filhas que já lhe deram cinco netos. Tem três paixões: a família, o jornalismo e o Flamengo. No passado, assessorou um governador, um senador, dois prefeitos e vários deputados. Comandou a área de Comunicação de Nova Iguaçu num total de 12 anos. Já produziu três livros : um para a Coleção Tiradentes, outro contando a evolução de Nova Iguaçu quando a cidade completou 170 anos, e o do jubileu de ouro da Diocese de Nova Iguaçu.