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Polícia Penal mira entrada de celulares e drogas em presídio onde estão chefes do TCP

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Ofensiva desta quinta-feira é em presídio de Gericinó onde estão integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP). Ação na segunda-feira (31) em cadeia com presos do Comando Vermelho apreendeu 64 telefones.

A Secretaria Estadual de Polícia Penal (Seppen) iniciou, nesta quinta-feira (3), uma etapa da Operação Illicitus, contra a entrada de celulares e drogas em presídios fluminenses, sobretudo no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

A intensificação das revistas começou em agosto. Desde então, em 1 mês, cerca de 600 telefones foram encontrados nas celas.

Desta vez, o foco é no Presídio Jonas Lopes de Carvalho (Bangu 4), onde estão detidos chefes e integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP).

Às 7h40, o Globocop flagrou dezenas de detentos sentados em um campo de futebol na penitenciária, enquanto agentes vasculhavam as celas. Também houve fiscalização na Portaria Central.

Até a última atualização desta reportagem, 30 telefones haviam sido encontrados. Muitos equipamentos estavam escondidos. Numa caixa de isopor, debaixo de um saco plástico, os agentes encontraram 2 celulares. Numa cela, em um buraco camuflado na parede, os agentes acharam mais 2 aparelhos.

Desde o início de agosto, a Operação Illicitus já tirou de circulação 567 celulares dos presídios e cerca de 8 quilos de drogas. Dos aparelhos apreendidos, 64 foram recolhidos em ação realizada na Cadeia Pública Paulo Roberto Rocha (Bangu C), na última segunda-feira (31). A unidade custodia integrantes do Comando Vermelho (CV).

Neste mesmo período, 11 visitantes foram presos após serem flagrados nos scanners corporais tentando ingressar com materiais proibidos em unidades prisionais. Dois policiais penais também foram pegos.

A operação conta com atuação integrada das subsecretarias Operacional e de Inteligência e da Corregedoria-Geral da Seppen.

“Estamos fazendo até 3 operações por dia em todas as unidades prisionais”, declarou Alessandra Odawara, secretária estadual de Polícia Penal.

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