No Rio, mais de 320 mil refeições são servidas nos restaurantes populares durante a quarentena

julho 8, 2020 /

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação (SMDEI), já serviu mais de 320 mil refeições nos restaurantes populares durante a pandemia. Foram 53 mil cafés da manhã, 229 mil almoços e 38 mil jantares de 16 de março a 30 de junho.

Segundo o órgão municipal, duas medidas importantes foram tomadas para garantir que a população não tivesse dificuldade para fazer suas refeições, durante esse período de quarentena: passou a funcionar no terceiro turno durante a semana e nos fins de semana para a venda de quentinhas.

Desde março, os restaurantes populares municipalizados, que ficam nos bairros de Bangu, Campo Grande e Bonsucesso, passaram a ficar abertos, de 11h às 14h, aos sábados e domingos e, de 17h às 20h, de segunda a sexta.

Em tempos de quarentena e prevenção de contaminação pelo novo coronavírus, chefs, auxiliares de cozinha, serviços gerais, ordenadores de filas, magarefes e auxiliares de manutenção e demais funcionários começam a chegar antes da seis da manhã para preparar as refeições do dia.

Eles entregam diariamente centenas de cafés da manhã, a 0,50 centavos, almoços e jantares, a dois reais.

Funcionamento nos fins de semana?

As pessoas compram quentinhas e levam para casa. Cada um pode comprar até quatro refeições e o valor é o mesmo cobrado no almoço e no jantar durante a semana: dois reais, cada.

Representantes das Associações de Moradores podem comprar até 100 quentinhas para entregar nas residências de moradores de suas localidades, em especial os dos grupos de risco. Para isso, deve fazer o pedido até 48h antes do dia em que for retirar no restaurante de sua preferência.

Vale ressaltar que, para comprar mais de 100 refeições, a associação de moradores deverá fazer um cadastro junto à secretaria, através do email: restaurantepopularsmdei@gmail.com

Medidas contra o corona

Os funcionários dos restaurantes controlam a distância das pessoas nas filas, respeitando o espaço de, pelo menos, um metro. As filas são feitas do lado de fora das unidades e a entrada controlada para evitar aglomerações. Os lugares das mesas estão espaçados, sempre pulando um banco de uma pessoa para outra.

Também orientam a todos os usuários sobre a higiene das mãos, estimulando cada um a lavá-las, antes e depois das refeições, além da utilização do álcool gel, disponibilizado em todo o salão.

Além disso, há a divulgação de áudio interno e cartazes com medidas de assepsia.

Aloma Carvalho