MP do Rio descarta “rachadinha” no gabinete do presidente da Alerj

fevereiro 15, 2021 /

 

O petista André Ceciliano, presidente da Alerj, pode comemorar o Carnaval. O Tribunal de Justiça do Rio, com base em investigações do Ministério Público, não encontrou indícios de envolvimento do parlamentar com a movimentação suspeita de R$ 49 milhões por parte de ex-funcionários de seu gabinete. A informação é do site O antagonista.

Segundo o Globo, o TJ enviou o caso para a primeira instância de Paracambi, indicando que o foco da investigação não é mais Ceciliano e, sim, o empresário da construção civil Carlos Dolavale, que esteve lotado no gabinete do petista.

Com a quebra de sigilo bancário e fiscal de Ceciliano, a promotoria descartou a existência de ‘rachadinha’ e passou a considerar que a remuneração pudesse ter sido utilizada pelo parlamentar na quitação de uma suposta dívida contraída com Dolavale.

“No lugar do político, Dolavale passou a ser o principal alvo do procedimento, tendo em vista as discrepâncias entre os valores movimentados e as rendas dele e dos familiares. Registros policiais obtidos pelo MP indicam que Dolavale atuaria como agiota: as autoridades receberam relatos de pessoas que teriam sido ameaçadas por não conseguirem quitar suas dívidas com o empresário.”

 

 

Paulo Cézar

PAULO CEZAR PEREIRA, também chamado de PC ou Paulinho da Baixada, aprendeu jornalismo nas redações de alguns principais veículos – rádios,jornais e revistas. Conheceu, como Repórter Especial do GLOBO, praticamente todos os estados brasileiros, as duas antigas Alemanhas antes da reunificação, Suiça, Austria, Portugal, França, Itália, Bélgica, Senegal, Venezuela, Panamá, Colômbia e a Costa Rica. É casado com Ana Maria e tem três filhas que já lhe deram cinco netos. Tem três paixões: a família, o jornalismo e o Flamengo. No passado, assessorou um governador, um senador, dois prefeitos e vários deputados. Comandou a área de Comunicação de Nova Iguaçu num total de 12 anos. Já produziu três livros : um para a Coleção Tiradentes, outro contando a evolução de Nova Iguaçu quando a cidade completou 170 anos, e o do jubileu de ouro da Diocese de Nova Iguaçu.