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Monobloco fecha o Carnaval de rua do Rio em 22 de fevereiro com o tema “Pode entrar que a casa é sua”

O Monobloco encerra oficialmente o Carnaval de rua do Rio de Janeiro no dia 22 de fevereiro, no Circuito Preta Gil, com concentração às 7h e saída às 9h na Rua Primeiro de Março. O repertório traz homenagens a Arlindo Cruz e Preta Gil e músicas do álbum “Mar de Aragão”, dedicado a Jorge Aragão

Monobloco escolheu um tema que já chega como recado para 2026: “Pode entrar que a casa é sua”. É o bloco chamando o folião para perto, do jeito que sempre foi, e marcando a data em que fecha oficialmente o calendário do Carnaval de rua do Rio de Janeiro: 22 de fevereiro.

O desfile deste ano acontece no Circuito Preta Gil e mantém o que o público espera, com clássicos que viraram obrigação no cortejo, tipo “Taj Mahal”, “Fio Maravilha” e “Explode Coração”. Mas o repertório também vem com um lado mais afetivo, puxado por homenagens e por um disco novo que chega junto com a folia.

Arlindo Cruz aparece no setlist com sambas como “O Show Tem Que Continuar” e “Samba de Arerê”. Preta Gil também será lembrada, com músicas como “Só o Amor” e “Sinais de Fogo”, que ganha até coreografia especial de abertura na Comissão de Frente.

Outra aposta para o 26º Carnaval do bloco é o álbum “Mar de Aragão”, dedicado só a composições de Jorge Aragão. O projeto nasceu depois de um encontro que virou semente.

“No Carnaval de 2024, tivemos o privilégio de receber do Jorge Aragão a música ‘Toca esse tambor’, feita para o Monobloco. A partir dali, nasceu a ideia de fazermos um álbum juntos, projeto que será lançado no Carnaval. Será o nosso primeiro disco de inéditas, desde 2014”, afirmou Pedro Luís.

Pelo quinto ano consecutivo, a Comissão de Frente do Monobloco volta maior e com novidades. Além da coreografia ligada à homenagem a Preta Gil, o grupo vai interagir com a bateria durante o cortejo na Rua Primeiro de Março, algo que o bloco diz que acontece pela primeira vez.

O mestre da bateria, Celso Alvim, resume a mistura que sempre foi a cara do desfile.

“O desfile do Monobloco é sempre um grande passeio pela música brasileira: tem samba, pagode, forró, música da Bahia, além dos nossos hinos autorais ‘Arrastão da Alegria’ e ‘Funk do Monobloco’”, disse Celso Alvim.

A camiseta do Carnaval 2026 também vem com clima de retorno às origens. A arte, assinada pelo designer Ernani Cal, do Estudio Nü-Dés, é uma releitura da primeira camisa do bloco, com o boneco do Monobloco como elemento central.

A concentração está marcada para 7h do domingo, 22, na Rua Primeiro de Março. O início do desfile será às 9h.

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