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Monique Medeiros passa mal ao ver imagens do corpo de Henry Borel e é dispensada do julgamento

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De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio, ela precisou ser atendida por uma equipe de saúde pedida pelos advogados de defesa. Ela só retornará ao plenário no sábado (30)

Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel e ré no julgamento pela morte da criança de 4 anos, passou mal na manhã desta sexta-feira (29) e precisou de atendimento médico no 2º Tribunal do Júri da Capital, no Centro do Rio.

De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio, ela precisou ser atendida por uma equipe de saúde ao ver as imagens do corpo do menino. Os advogados solicitaram a presença de uma equipe. O julgamento não chegou a ser interrompido, mas Monique foi dispensada de acompanhar o restante da sessão. Ela só retornará ao plenário neste sábado (30).

Monique passou mal durante o depoimento do médico legista aposentado e perito Luiz Carlos Leal Prestes. A testemunha comentava sobre as lesões de Henry enquanto fotos da criança passavam em uma tela.

Luiz Carlos descartou qualquer relação entre as manobras de massagem cardíaca e a laceração encontrada no fígado da criança, apontada pela defesa como causa da morte.

“Houve um homicídio por espancamento, esse menor chegou sem vida a esse hospital. A multiplicidade de lesões em sítios diferentes fez com que, inequivocamente, se concluísse que essa criança foi agredida e por isso houve a hemorragia interna”, afirmou Prestes.

Monique e Jairo Souza Santos Junior, o Jairinho, estão sendo julgados pela morte do menino de 4 anos em 2021.

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