Judô e Skate garantem as primeiras medalhas para o Brasil ; seleção brasileira de futebol empata

julho 25, 2021 /

O gaúcho Daniel Cargnin ( foto de Gaspar Nóbrega/ COB) fez uma boa apresentação e garantiu o bronze

O judoca Daniel Cargnin foi o responsável pela primeira medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Ele venceu o israelense Baruch Shmailov e ficou com o bronze na categoria peso meio-leve até 66 kg.
Estreante em Jogos Olímpicos, Cargnin pisou no tatame histórico da Nippon Budokan com bastante confiança e foi para cima de seus adversários.
No Skate, o paulista Kelvin Hoefler fez uma boa apresentação e garantiu a prata no Street Masculino ao somar 36,15 pontos.

Classificação adiada

Na segunda rodada dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, a Seleção Brasileira Masculina enfrentou a Costa do Marfim na manhã deste domingo (25) e empatou em 0 a 0. A equipe comandada por André Jardine controlou as ações diante do time africano, criou boas chances de gol na volta do intervalo, mas o zero no placar prevaleceu até o apito final no Estádio de Yokohama.

O atacante Claudinho foi bem marcado e não conseguiu furar o bloqueio

Com o resultado, o Brasil lidera o Grupo D com quatro pontos e maior saldo de gols. A classificação para a próxima fase será decidida na última rodada, que a equipe enfrenta a Arábia Saudita, na quarta-feira (28), às 5h (de Brasília).

Paulo Cézar

PAULO CEZAR PEREIRA, também chamado de PC ou Paulinho da Baixada, aprendeu jornalismo nas redações de alguns principais veículos – rádios,jornais e revistas. Conheceu, como Repórter Especial do GLOBO, praticamente todos os estados brasileiros, as duas antigas Alemanhas antes da reunificação, Suiça, Austria, Portugal, França, Itália, Bélgica, Senegal, Venezuela, Panamá, Colômbia e a Costa Rica. É casado com Ana Maria e tem três filhas que já lhe deram cinco netos. Tem três paixões: a família, o jornalismo e o Flamengo. No passado, assessorou um governador, um senador, dois prefeitos e vários deputados. Comandou a área de Comunicação de Nova Iguaçu num total de 12 anos. Já produziu três livros : um para a Coleção Tiradentes, outro contando a evolução de Nova Iguaçu quando a cidade completou 170 anos, e o do jubileu de ouro da Diocese de Nova Iguaçu.