O desembargador Ricardo Couto, atualmente no cargo de governador interino, transformou em lei, publicada no Diário Oficial neste final de semana, projeto do deputado estadual Felipinho Ravis ( Progressistas)), aprovado pela Alerj, que transformou a festa de Santo Antônio em Nova Iguaçu em Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Rio de Janeiro.
Pároco da catedral de Santo Antônio de Jacutinga, Rodrigo Mota agradeceu ao autor do projeto:

– Recebo essa notícia com muita alegria, agradecendo também ao autor do projeto, o deputado Felipinho Ravis. É um reconhecimento importante para toda a nossa cidade de Nova Iguaçu. A festa do nosso padroeiro, Santo Antônio, além de promover o nosso crescimento na fé, também promove o crescimento cultural, artístico, gastronômico e econômico do nosso povo, sendo referência para a nossa cidade e agora para o nosso estado.
.Santo Antônio, juntamente com Nossa Senhora da Piedade, é o padroeiro do município. Ele é padroeiro também de Duque de Caxias. Mais de 100 mil pessoas participam anualmente dos festejos dentro da catedral de Santo Antônio de Jacutinga e nas ruas próximas, no centro de Nova Iguaçu. Os festejos, com novena e tríduo, aquecem a economia do município. No dia 13 de junho, são celebradas missas de hora em hora e a imagem do santo e carregada num andor pelos devotos em procissão pelas ruas do Centro. Neste dia, é feriado municipal..

No bairro da Prata, divisa com Belford Roxo,também existe desde 1711 a paróquia de Santo Antônio, tombada em 1989 pelo Instituto Estadual e Patrimônio Cultural (INEPAC)
Sobre a Festa e a Procissão

- Localização: Realizada no Calçadão da Avenida Governador Amaral Peixoto e na Catedral de Santo Antônio de Jacutinga, localizada na Av. Mal. Floriano Peixoto, no Centro.
- Atividades: Incluem missas, a tradicional procissão pelas ruas do centro, mais de 100 barracas de gastronomia típica (fama de ser a festa da cocada), feira de artesanato e shows de artistas locais.
- Tradição: A devoção ao padroeiro no município tem mais de 160 anos, desde os tempos em que a região era chamada de Maxambomba.
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