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Escola de Belford Roxo forma 198 alunos do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd)

Fotos: PMBR/Divulgação.

A Escola Municipal Tenente Mozart Pereira dos Santos, no bairro Sargento Roncalli, em Belford Roxo, realizou nesta segunda-feira (30/06) a formatura de 198 alunos que, durante o semestre, participaram de aulas do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd). Foram escolhidas e a melhor redação de cada uma das seis turmas. Em 32 anos de existência, o Proerd já formou mais de 60 mil alunos em Belford Roxo e mais de dois milhões em todo o Estado do Rio.

Durante o curso, os alunos receberam informações sobre drogas, violência, comunicação eficiente e situações de pressão e aptidões de como orientar a prevenção às drogas e qualquer ato de violência.

O coordenador estadual do Proerd, tenente-coronel Carlos Pimenta, destacou a dedicação dos responsáveis pelos alunos. Os militares ressaltou que os estudantes estão aptos a dizerem não às drogas. “É um esforço conjunto da Polícia Militar, escola e família. Tenho certeza de que os alunos absorveram o conteúdo do curso e saberão fazer as melhores escolhas”, concluiu o coordenador.

Células benéficas

A gerente da Escola Tenente Mozart Pereira dos Santos, Gisele Martins da Silva, parabenizou os formandos e a Polícia Militar. “A parceria do Estado com o município é benéfica. O Proerd está nos ajudando a criar células benéficas na sociedade”, resumiu a diretora. “É uma nova caminhada para evitar que as crianças tenham contato com as drogas”, completou a vice-gestora Cláudia Sueli Silva de Souza.

Sargento se emociona

A instrutora do Proerd na escola, a sargento Carina, se emocionou ao discursar e frisou que foi um prazer ensinar aos alunos as técnicas para que eles não digam às drogas. “Sempre digo que as nossas escolhas definem o nosso futuro. Agradecemos o apoio de todos os alunos e dos responsáveis, além de todo o pessoal da escola”, encerrou.

Aluno do quinto ano da turma 501, Arthur Benedito, 11 anos, comentou que o curso foi importante para ele, pois aprendeu técnicas para dizer não às drogas. “Vi também que não é correto fazer bullyng com as pessoas”, acentuou o menino, ao lado de Camily Vitória, que representou os alunos com as melhores redações lendo a sua.

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