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Banco Master e PL Antifacção deixam Lula e Hugo Motta em rota de colisão

*Luiz Carlos Azedo A crise do Master desmontou uma engrenagem de proteção política que vinha funcionando nos bastidores de Brasília. O banqueiro Daniel Vorcaro investiu

Prisão de banqueiro e liquidação do Master também repercutem na política

*Luiz Carlos Azedo Segundo a PF, várias operações financeiras só prosperaram após pressões diretas de autoridades com trânsito em bancos estaduais, autarquias e fundos de

Ninguém conhece o Novo Marco Legal de Combate ao Crime Organizado

*Luiz Carlos Azedo O conceito legal de “facção criminosa” foi alterado diversas vezes, com termos vagos como “organização criminosa ultraviolenta”. O objetivo de Derrite era

O sonho acabou: chilenos vão às urnas neste domingo sob o signo do medo

*Luiz Carlos Azedo O governo Boric chega enfraquecido ao fim do mandato. Sua agenda de reformas — tributária, previdenciária e trabalhista — esbarrou no Congresso

Sem coincidências apenas mera semelhança

Se o critério de comparação fosse o de população residente, os quatro maiores Complexos de Favelas do Rio (Maré, Rocina, Rio das Pedras e Alemão)

Oposição pauta agenda negativa na Câmara para

*Luiz Carlos Azedo A inflexão no cenário eleitoral não está apenas no escândalo do INSS ou na disputa sobre segurança pública. Inflação, deficit fiscal e

ENEM 2025: a era da IA na educação dos jovens

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) deste ano representa muito mais do que uma prova: será um ponto crucial de uma revolução silenciosa que

Queda de braço sobre segurança pública tem viés de secessão

*Luiz Carlos Azedo Guilherme Derrite não é um caso isolado: ele expressa uma cultura política de extrema-direita que concebe o Estado como força tutelar e

Combate às facções como terrorismo: um projeto de poder autoritário

*Luiz Carlos Azedo Derrite deixou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo para levar ao Congresso a mesma política de “tolerância zero” que, na

COP entre o mito da queda do céu e a tragédia do presente

*Luiz Carlos Azedo Belém precisa enfrentar o autoengano dos chefes de Estado e líderes de grandes corporações; discursos inflamados e compromissos frágeis são a contradição

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