Entrelinhas

Dois delegados comandarão a CPI das organizações criminosas do Senado

*Luiz Carlos Azedo Os senadores Contarato (PT-ES) e Vieira (MDB-SE) têm condições de conduzir os trabalhos com critérios técnicos para separar as facções da criminalidade

Oposição adota a lógica do Estado de exceção no combate ao narcotráfico

*Luiz Carlos Azedo A ruptura entre o Estado de Direito e a ação estatal de guerra traduz uma matriz autoritária persistente, cuja origem remonta ao

De onde vêm a malandragem, o banditismo e a truculência policial do Rio

*Luiz Carlos Azedo O Estado nunca se fez presente de forma permanente e legítima. A autoridade é exercida por quem oferece proteção, energia, gás, transporte

Lula corre atrás do prejuízo depois de megaoperação contra traficantes no Rio

*Luiz Carlos Azedo Cláudio Castro apresentou-se como um governador “em guerra”, cercado por armas e cadáveres, e retratou sua ação como defesa do “povo abandonado

Cláudio Castro assume sua necropolítica com o conceito de “narcoterrorismo”

*Luiz Carlos Azedo OK O termo “narcoterrorista” desloca o crime do âmbito penal para campo da segurança nacional. É importado da doutrina norte-americana da “narcoguerra”. usada

A territorialização do crime organizado no Rio é uma patologia social e politica

*Luiz Carlos Azedo Tríade território-sociabilidade-economia ilícita é o eixo estruturante do poder paralelo no estado. Eis a anatomia do patológico: o crime como forma de

Aos 80 anos, Lula lidera pesquisas eleitorais e busca o quarto mandato

*Luiz Carlos Azedo Se conseguir unir estabilidade econômica, inclusão social e credibilidade internacional, Lula terá um grande êxito. O principal obstáculo não é a idade,

Lula atravessou o Pacífico para escorregar numa folha de coca em Jacarta

*Luiz Carlos Azedo O Brasil deixou de ser apenas consumidor da droga, produzida na Bolívia, Venezuela e na Colômbia, para se tornar um corredor de

Assassinato de Vladimir Herzog na tortura marcou declínio da ditadura militar

A lembrança do jornalista assassinado é um alerta. Denuncia o preço do silêncio e o perigo da indiferença. Segundo Dom Paulo Evaristo Arns, “a morte

Nomeação de Boulos estressa centro e isola aliados de Lula no MDB

*Luiz Carlos Azedo Para os caciques do MDB, a presença de Boulos no Planalto representa a priorização de uma agenda identitária e de confrontos sociais

Categorias
Publicidade