Entrelinhas

Crise de hegemonia do governo Lula vai muito além do Congresso

*Luiz Carlos Azedo O Centrão farejou o animal ferido na floresta, a oposição bolsonarista foi para cima, o mercado não aceita financiar a “economia do

Depois de emparedar o governo, vem aí a crise do Congresso com o Supremo

*Luiz Carlos Azedo Cerca de 80 parlamentares beneficiados pelas RP9, as chamadas “emendas secretas”, que os caciques do Legislativo querem manter numa caixa preta, são

Derrotas do governo na Câmara e no Senado refletem desaprovação de Lula

*Luiz Carlos Azedo O presidente foi emparedado pela oposição, que conseguiu atrair as bancadas do Centrão. São dois grupos: um quer inviabilizar o governo e

Trégua de Trump entre Israel e Irã não inclui fim da guerra em Gaza

*Luiz Carlos Azedo Conflitos na Ucrânia, na Palestina e a escalada militar entre Tel Aviv e Teerã, com envolvimento dos Estados Unidos, mudaram os paradigmas

O mundo ficou mais perigoso com entrada de Trump na guerra com o Irã

*Luiz Carlos Azedo De todos os personagens envolvidos nos conflitos do Oriente Médio, o grande vitorioso é Netanyahu. Por ironia, pode ser preso quando a

Lula não tem alternativa a não ser a opção preferencial pelos pobres

*Luiz Carlos Azedo Nas últimas semanas, Lula sofreu um cerco no Congresso, que somente não é de aniquilamento porque outras variáveis influenciam o comportamento do

Lula antecipa campanha à reeleição, Tarcísio vai à marcha evangélica

*Luiz Carlos Azedo O petista venceu na capital e foi derrotado por Bolsonaro no interior, mas emergiu um adversário novo no Palácio dos Bandeirantes, que

Congresso faz o que quer e trata Lula como se já fosse um “pato manco”

*Luiz Carlos Azedo O governo não é uma coalizão, é um arquipélago partidário, cujo centro é controlado pelo PT, que o considera “em disputa”. Isso

Abin Paralela complica ainda mais o futuro de Bolsonaro

Abin Paralela complica ainda mais o futuro de Bolsonaro *Luiz Carlos Azedo A PF compartilhou provas e reservou um capítulo do relatório para as conexões

O velho patrimonialismo preside as decisões fiscais do Congresso

*Luiz Carlos Azedo Parlamentares têm poder para mexer no Orçamento e corrigir o que tanto criticam, mas precisam cortar na própria carne e ser mais

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