Câmara de Nova Iguaçu homenageia profissionais que trabalham com pacientes portadores de doenças raras

Iniciativa teve como objetivo dar visibilidade à causa e reforçar a necessidade de políticas públicas voltadas aos pacientes portadores dessas enfermidades

Na última quarta-feira (1), a Câmara Municipal de Nova Iguaçu realizou uma sessão solene em alusão ao Dia Mundial das Doenças Raras, celebrado em 28 de fevereiro. A iniciativa teve como objetivo dar visibilidade à causa e reforçar a necessidade de políticas públicas voltadas aos pacientes portadores dessas enfermidades.

A cerimônia, que foi uma realização do mandato do vereador Marcio Fonseca (PRD) e contou com o apoio da coordenadora de doenças raras da secretária de Saúde do Estado do Rio, Cristina Penna.

O evento reuniu autoridades, representantes de entidades de saúde, profissionais da área médica, familiares e pacientes. Moções de Congratulações também foram entregues aos que se dedicam e lutam por uma melhor qualidade de vida para os portadores de doenças raras.

“Esta sessão é uma forma de reconhecermos as lutas das famílias e de reafirmar o compromisso desta Casa Legislativa com todos os que enfrentam diariamente os desafios impostos pelas doenças raras. Precisamos unir forças para transformar a realidade desses pacientes”, disse Marcio Fonseca.

Presente ao evento o médico especialista em homeopatia e chefe do Serviço de Homeopatia do Hospital Geral Santa Casa da Misericórdia do Rio de JaneiroFábio Almeida Bolognani, concedeu uma palestra sobre os avanços nos cuidados das doenças raras com o uso da homeopatia.

Também palestrante, a médica geneticista, Raquel Boy, explicou que doenças raras são enfermidades crônicas, degenerativas, debilitantes, associadas à diminuição dos anos de vida dos pacientes.

“Ainda temos muito a conquistar para garantir acesso aos cuidados necessários, até mesmo ao diagnóstico correto”, disse Raquel Boy, que também é pesquisadora e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Estima-se que, atualmente, o Brasil tenha 13 milhões de pessoas portadoras de alguma doença rara – quando 65 pessoas, num universo de 100 mil, sofrem de enfermidades não comuns na população. O País conta com 8 mil doenças raras catalogadas.

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