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Brasil gera 257 mil vagas com carteira assinada em abril

Saldo de empregos formais ultrapassa 922 mil ao longo de 2025, segundo dados do Novo Caged; país supera 48 milhões de vínculos registrados

O mercado de trabalho brasileiro encerrou o mês de abril criando 257.258 vagas com carteira assinada, segundo dados do Novo Caged, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O resultado é o melhor para o mês desde 2020, quando a série histórica do Novo Caged teve início. O saldo foi positivo nas 27 Unidades da Federação e nos quatro setores avaliados.

Os dados mensais são resultantes de 2.282.187 admissões e 2.024.659 desligamentos. Com as 257 mil vagas do mês, o país superou pela primeira vez na história o marco de 48 milhões de vínculos com carteira assinada no país.

Ao longo do ano, o país registrou a geração de 922.362 vagas formais. No acumulado dos últimos 12 meses (maio de 2024 a abril de 2025), o saldo chega a 1,6 milhão de postos de emprego.

Boa parte das vagas no setor de Serviços

De acordo com o Novo Caged, o setor de serviços foi o grande gerador de vagas ao longo do mês, com a abertura de 136.109 vagas formais, alta de 0,58%.

Os postos de trabalho foram abertos principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, que geraram 52.446 vagas em abril.

O setor do Comércio gerou 48.040 postos (0,45%), a indústria 35.068 vagas (0,39%), a Construção 34.295 (1,16%) e a Agropecuária 4.025 (0,22%).

O salário pago ao trabalhador também aumentou, com o valor médio real de admissão chegando a R$ 2.251,81 em abril, aumento de R$ 15,96 (+0,71%) em comparação com o valor de março (R$ 2.235,85). Em comparação com 2024, o ganho real foi de R$ 6,62 (+0,28%).

Crescimento generalizado

No acumulado anual, os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos no total de vagas criadas, com destaque para o setor de Serviços, que gerou no ano 504.571 vagas (+2,19%).

Em seguida veio a Indústria, com 190.477 postos de trabalho (+2,13%). O terceiro maior gerador no ano foi o setor da Construção, com 135.202 postos (+4,73%). A Agropecuária gerou 55.605 (+3,09) e o Comércio 36.523 (+0,35%).

São Paulo foi o maior gerador de postos no mês (72.283), seguido por Minas Gerais (29.083) e Rio de Janeiro (20.031). Considerando variações relativas, os destaques foram Espírito Santo (+0,93), Goiás (+0,91%) e Piauí (+0,88%).

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