Uma bomba caseira explodiu em uma escola pública em Belford Roxo e deixou pelo menos 10 jovens feridos na manhã desta desta sexta-feira (8). O incidente foi no Centro Integrado de Educação Pública (Ciep) Lasar Segall, na Rua Porto Sobrinho, no bairro Areia Branca.
”Um material explosivo teria detonado no pátio da unidade escolar após ser manuseado por um aluno”, informou o Corpo de Bombeiros. Dez estudantes com idades aproximadas entre 13 e 15 anos ficaram feridos sem gravidade. Eles foram encaminhadas para o Hospital Municipal de Belford Roxo.
A Prefeitura de Belford Roxo informou que os 10 alunos adolescentes feridos na explosão foram atendidos e medicados no Hospital Geral de Emergência (Hospital Municipal). Todos tiveram ferimentos leves e deverão ser liberados nas próximas horas.
Segue abaixo os nomes dos alunos feridos:
- Kayo Sant’Anna Horta, 14 anos;
- Jair Matheus Alves Martins, 17 anos;
- Kauã Cristofer, 16 anos;
- Cayo Miguel dos Santos Serra, 13 anos;
- Gabriel Farias de Noronha, 14 anos;
- Henrique Emanoel Fonseca, 16 anos;
- Matheus Henrique Sant’Anna Horta, 13 anos;
- Heitor da conceição Portela , 14 anos;
- Luiz Eduardo Correia Filho, 13, e
- Gláucia Ferreira Farias, 16 anos.
A prefeita Mariana Malta esteve no Hospital e conversou com as vítimas.
Alunos contaram que a bomba era um tubo de PVC que, ao explodir, disparou pregos, porcas e parafusos.
Luciana Magalhães, subsecretária de Gestão Administrativa da Secretaria Estadual de Educação, disse que a pasta apura como a bomba parou no Ciep — se foi levada por alunos ou se foi deixada por outras pessoas.
Ainda segundo os jovens, as vítimas tiveram ferimentos nos pés, nas pernas, no abdômen e no rosto. Outros relataram incômodo no ouvido e perda momentânea de audição.
Ana Clara Simões de Figueiredo, de 17 anos, estava na secretaria quando ouviu o estrondo. “Tudo tremeu, e subiu muita fumaça”, narrou.
O Corpo de Bombeiros do RJ foi acionado às 8h15 para a ocorrência. Uma equipe da 54ª DP (Belford Roxo) e Esquadrão Antibomba da Core também foram mobilizados.
O colégio encerrou o expediente e liberou os demais estudantes.
De acordo com o portal g1, a secretária estadual de Educação, Luciana Calaça, determinou que equipes fossem imediatamente para o local. Luciana está acompanhando o caso junto às secretarias estaduais de Saúde e de Educação e às polícias Civil e Militar.
