São Jorge e São Sebastião poderão ser padroeiros do Estado do Rio de Janeiro

abril 19, 2019 /

São Jorge e São Sebastião poderão ser proclamados padroeiros do Estado. A determinação é do projeto de lei de autoria dos deputados André Ceciliano (PT) e Gustavo Schmidt (PSL), que foi aprovado nesta quinta-feira (18/04) pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), em discussão única. A proposta segue para o governador Wilson Witzel, que tem até 15 dias úteis para sancionar ou vetar a iniciativa.

Originalmente, a homenagem referia-se a São Jorge, mas uma emenda do deputado Luiz Paulo (PSDB) incluiu São Sebastião como padroeiro. O texto prevê ainda que o governo preste, anualmente, as honras de Estado aos padroeiros dos fluminenses.

Conhecido como “o grande mártir” ou “santo guerreiro”, São Jorge é reverenciado pelos devotos por favorecer a todos que a ele recorrem durante batalhas ou questões complicadas. No Candomblé e na Umbanda, São Jorge é associado a Ode, Ogum e Oxossi, sendo solicitado como defensor das almas. Além disso, ele é considerado o padroeiro da Inglaterra, de Portugal, da Catalunha, dos soldados e escoteiros. “O dia 23 de abril, Dia de São Jorge, já está no calendário do Estado . São Jorge é o santo padroeiro em diversas partes do mundo e até hoje o Estado do Rio ainda não tem um padroeiro”, justificaram os autores.

Já São Sebastião, padroeiro do município do Rio de Janeiro, é considerado um santo muito popular, tendo dado seu nome à cidade. Seu dia é comemorado em 20 de janeiro.

Paulo Cézar

PAULO CEZAR PEREIRA, também chamado de PC ou Paulinho da Baixada, aprendeu jornalismo nas redações de alguns principais veículos – rádios,jornais e revistas. Conheceu, como Repórter Especial do GLOBO, praticamente todos os estados brasileiros, as duas antigas Alemanhas antes da reunificação, Suiça, Austria, Portugal, França, Itália, Bélgica, Senegal, Venezuela, Panamá, Colômbia e a Costa Rica. É casado com Ana Maria e tem três filhas que já lhe deram cinco netos. Tem três paixões: a família, o jornalismo e o Flamengo. No passado, assessorou um governador, um senador, dois prefeitos e vários deputados. Comandou a área de Comunicação de Nova Iguaçu num total de 12 anos. Já produziu três livros : um para a Coleção Tiradentes, outro contando a evolução de Nova Iguaçu quando a cidade completou 170 anos, e o do jubileu de ouro da Diocese de Nova Iguaçu.