Giovanna, 12 anos, a bailarina da Coréia ( Mesquita) , agora vai brilhar e competir em festival internacional de dança na Argentina

julho 28, 2019 /

Giovanna Martins Marques, 12 anos, moradora na Coréia, Mesquita, na Baixada Fluminense, aquela que, acompanhada da mãe,  vai e volta de trem do ramal de Japeri para estudar no Conservatório Brasileiro de Dança, na Tijuca, acaba de ser selecionada para participar da 25ª edição do  Concurso Internacional de Dança na cidade , em Códoba, na Argentina. Giovanna, vestida a caráter, foi descoberta casualmente  pelo Nova Iguassu Online. Sua história de vida de vida e de perseverança comoveram quem não a conhecia.

Promovido pela Organização Danzamerica, o evento reunirá centenas de jovens de oito países latinoamericanos para uma competição de balé clássico e  jazz contemporâneo. A menina da Chatuba, no entanto, precisa de ajuda financeira para viajar com outras 15 colegas. O evento programado de 26 de setembro a 6 de outubro será no salão do Teatro Luxor, na cidade de Villa  Carlos Paz. Giovanna vai dançar um solo clássico, Talimã, um solo contemporâneo e um balé clássico com o grupo de bailarinas do Conservatório.

Danzamerica, é sempre identificado por sua impecável organização, transparência e ética, qualidades que o levaram a ganhar prestígio e reconhecimento internacional e principalmente por dançarinos e professores da Argentina. Atualmente é considerado o principal concurfso de dança dos argentinos, no qual grupos de dançarinos desfilam o que há de melhor em  toda a América Latina, perseguindo basicamente, a avaliação dos júris internacionais, além de sucção, dezenas de bolsas de estudo que são dadas em cada edição.

Por 13 anos até 2014, ocupou a representação do Prix de Lausanne, Concurso Internacional para Jovens Dançarinos, o que permitiu Danzamerica desenvolver o conhecimento e mais tarde um objetivo claro para os professores. O futuro de um estudante está inteiramente sob a responsabilidade do “mestre”, que tem o dever de encontrar e desenvolver as qualidades e talentos do discípulo, preparando-se para uma carreira profissional.

Hoje, após 24 anos de trabalho contínuo e com o apoio do Governo do Villa Carlos Paz, a Organização Danzamerica tem formação em Ballet Clássico e Jazz Contemporâneo, com um objetivo claro nos professores técnicos / artístico e dançarinos evolução como assim também o desenvolvimento de um Concurso Internacional de Ballet, GPAL; que permite que crianças e jovens obtenham bolsas de estudo em escolas internacionais.

Nos últimos 24 anos, ter passado a fase de Danzamerica, mais de 156.000 dançarinos em 4.320 horas de competição, eles deram 7.822 medalhas e 2197 estatuetas, 165.000 certificados, mais de 300 figuras na dança internacional, convidados como jurados foram impressos, incluindo Julio Bocca, Herman Cornejo, Maximiliano Guerra, Iracity Cardozo, Iñaki Urlezaga, Eleonora Cassano, Ana Botafogo, Ana Maria Stekelman, Marcelo Misailidis, Hulda Bittencourt, Ana Maria Prina, Mauricio Wainrot, Silvina Perillo, Ricardo Bustamante, Ivan Nagi e Paola Cantalupo, entre muitos outros.

 

A Organização para a oferta de aniversário em sua 25ª edição “grandes prêmios”, que pode aceder às escolas que desejem participar no Danzamerica (Outubro de 2019), os interessados ​​podem encontrar informações sobre www.danzamerica.org

Paulo Cézar

PAULO CEZAR PEREIRA, também chamado de PC ou Paulinho da Baixada, aprendeu jornalismo nas redações de alguns principais veículos – rádios,jornais e revistas. Conheceu, como Repórter Especial do GLOBO, praticamente todos os estados brasileiros, as duas antigas Alemanhas antes da reunificação, Suiça, Austria, Portugal, França, Itália, Bélgica, Senegal, Venezuela, Panamá, Colômbia e a Costa Rica. É casado com Ana Maria e tem três filhas que já lhe deram cinco netos. Tem três paixões: a família, o jornalismo e o Flamengo. No passado, assessorou um governador, um senador, dois prefeitos e vários deputados. Comandou a área de Comunicação de Nova Iguaçu num total de 12 anos. Já produziu três livros : um para a Coleção Tiradentes, outro contando a evolução de Nova Iguaçu quando a cidade completou 170 anos, e o do jubileu de ouro da Diocese de Nova Iguaçu.